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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011
O renascer do desejo e da sedução

O desejo de agradar, de seduzir, é algo que com o tempo e o conhecimento do parceiro vai desaparecendo. Perdemos a motivação para nos arranjarmos para o nosso marido. O swing reactiva o desejo de agradar e de seduzir o sexo oposto do outro casal.», conclui Maria. «E com os anos, o sexo esfria, já não há novidades. Por isso, é preciso estimular o desejo sexual e o swing é uma alternativa à vida conjugal tradicional.», acrescenta.

A novidade renova a vontade de agradar, de conquistar e seduzir. E de ser seduzida… Reacende o desejo. A prática, dizem os defensores, rejuvenesce. Quem ganha é o casal, que recupera o desejo sexual há muito adormecido e desgastado pela rotina quotidiana da vida conjugal. Para não se tornarem infiéis ou acabarem cada um para seu lado, defendem relações abertas e saudáveis explorando as suas fantasias sexuais. Então qual será a motivação dos casais mais jovens? O estímulo sexual parece ser transversal aos sexos e às idades. Obter prazer sem limites ou preconceitos é um ponto comum.

«Os casais mais novos praticam o swing como qualquer outra fantasia sexual. Estão mais familiarizados com todo o tipo de objectos e acessórios que estimulam o desejo sexual.», contam os empregados de uma sexshop. «Gostamos de levar e experimentar tudo o que nos dê prazer. Acho que a minha geração tem menos preconceitos e gosta de explorar o prazer e não sentimos necessidade de justificar a prática do swing, assim como a de qualquer outra fantasia.», responde Nuno, de 27 anos.

Os swingers
São casais que se consideram normais e iguais aos seus pares não praticantes de swing. «Não há», dizem os praticantes,«nenhum perfil para a prática do swing. Têm as mais diversas idades, profissões e crenças religiosas. O que os distingue dos outros é serem livres de preconceitos sexuais.» Dizem especialistas e alguns estudos que a maioria dos maridos swingers são homens seguros e calmos e que os casais que praticam swing têm um relacionamento melhor do que outros casais.

Segundo um estudo publicado num jornal americano (The Journal of Sex Research), a troca de casais incentiva a interacção entre marido e mulher e consolida o casamento. «Nós amamo-nos; os outros, com quem nos relacionamos, servem para pôr em prática e explorar as nossas fantasias, ultrapassando preconceitos culturais»,argumenta outra swinger, que também não quer ser identificada pelo seu verdadeiro nome.

Meeting point
Os sites de swing continuam a ser o melhor sítio para conhecer casais, sem dar logo a cara. Os interessados devem inscrever-se num deles (existem milhares!). Depois de inscritos, rapidamente começarão a receber visitas e comentários no perfil e poderão participar nos fóruns, óptimos espaços para esclarecer dúvidas e trocar impressões e conhecimentos com casais mais experientes.

Quando descobrir um casal que considere interessante, poderá trocar mensagens e marcar encontros no MSN (podendo usar a webcam), em clubes de swing ou em lugares públicos. Segundo os frequentadores dos sites, os primeiros encontros não devem ser marcados em casa: devem ser num hotel ou qualquer outro lugar neutro.

António, de 46 anos, chama a atenção para os falsos swingers que poderá encontrar nos sites, nomeadamente os que se dizem casal e não passam de single. Geralmente, este falso casal vai mantendo contacto, usando vários truques, e no último momento, desmarca ou aparece sozinho, dizendo que a mulher adoeceu.

Fonte:http://mulher.sapo.pt/amor-sexo/estimulos/swing-1086973-4.html



publicado por Casal Sintra às 23:08
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Quarta-feira, 16 de Novembro de 2011
Humor

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publicado por Casal Sintra às 21:59
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Terça-feira, 15 de Novembro de 2011
Humor


publicado por Casal Sintra às 17:38
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O regresso

Olá boa tarde a todos amigos, conhecidos o Casal Sintra está de volta, vamos por este chat de novo a fucionar, esperamos com a colobaração de todos.

 

Obrigado

 



publicado por Casal Sintra às 14:37
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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011
Swing em Portugal

Apesar de recalcado, camuflado, escondido, não assumido e negado socialmente, o swinging é um fenómeno presente em Portugal há muitos anos.
O despertar para a nova interpretação sobre o mesmo, e consequente abordagem, tanto quanto apuramos, ter-se-á dado devido ao casual regresso dum desses emigrantes.

Estamos em 1960. Silva (nome fictício) é filho de pais portugueses, oriundos do Norte do país e emigrados para os EUA pela mão dum casal americano que passava grandes temporadas de férias naquela região. Tem 31 anos, casado com uma cidadã daquele país. Não tem filhos.
Por força dos relatos que os seus pais contavam à esposa, esta começou a pressionar Silva para uma viagem de encontro com as suas raízes.
Em meados de Maio desse mesmo ano, cede às pressões da esposa e vem mostrar-lhe as suas origens portuguesas, as quais ele próprio desconhece.

Em Portugal apaixonam-se por uma quintinha no Alto-Minho, na própria terra do pai. Em Julho já a tinham comprado e iniciado com as obras de restauro necessárias. Tornaram-se muito amigos de dois casais, com os quais passaram a conviver muito. (Vamos chamar-lhes ficticiamente de: casal Torres e o casal Pinto)
Quando efectuaram a compra da propriedade estava já implícita uma mudança radical nas suas vidas: voltar aos EUA, desfazerem-se dos seus haveres naquele país e regressar a Portugal com o objectivo de explorar a sua propriedade, rentabilizando os seus ricos vinhedos.
Este regresso aos EUA deu-se em princípios de Setembro desse ano. Em Fevereiro de 61 já estavam de volta. Os casais Torres e Pinto responsabilizaram-se pela quinta, e por todos os assuntos pendentes que a ela diziam respeito.

Habituados à agitação das cidades americanas e da qual também pretendiam fugir, depressa constatam que o isolamento em que estavam agora inseridos era terrível. Apaixonados pelo local, decidiram organizar pequenas festas de convívio, matando assim, como eles mesmo dizem, dois coelhos de uma cajadada só: afastar o isolamento e criar mais laços de amizade (o que na altura mais lhes faltava).

Estas festas reforçaram os laços de amizade dos Silva com os Torres e os Pinto, permitindo maior intimidade, facilitando a abordagem de temáticas mais "sensíveis" para a época, como eram os casos da sexualidade, das fantasias sexuais e das diferenças culturais
A pouco e pouco, essas temáticas tornaram-se no centro principal das conversas entre os três casais, ao mesmo tempo que o ambiente de descontracção e de cumplicidade crescia.
Em determinada altura, como que comprovando aquilo que diziam, os Silva passam para as mãos dos casais amigos portugueses dois álbuns de fotos suas nos EUA. Ainda hoje se riem da cara que estes seus amigos fizeram quando os folhearam e, no entanto, os álbuns apenas continham alguns, poucos, topless da esposa e outras mulheres de casais amigos na piscina da casa que tinham nos EUA. Nada de mais arrojado.

Em finais do mês de Julho e num dia quentíssimo, em brincadeiras tipo "quem tem coragem", e após alguns copos de bom vinho da adega privada, fazem-se à piscina em nu integral. Foi, segundo dizem, o início de tudo. Desde esse dia, aquela piscina não mais conheceu qualquer tipo de fato de banho.
Passadas poucas semanas, aquando de uma visita não esperada de outro casal amigo, este último depara-se sem querer com a situação. Depois do embaraço inicial dos então já despidos, os recém chegados riram-se e, aproveitando a embalagem, despem-se e enfiam-se igualmente na piscina. O pequeno grupo era agora formado por quatro casais: aos três iniciais, juntam-se os Marques.

Escusado será dizer que "amigo traz amigo" e nos finais desse verão, o "grupo da piscina" ultrapassava a dezena. Com o arrefecer dos dias, os seus convívios passaram para o "salão da lareira" e, numa determinada noite, novamente em conversa sobre o mesmo tema, dois dos casais presentes manifestam abertamente o interesse de ultrapassarem as barreiras e tentarem realizar algumas das suas fantasias. Não só o admitiram como passadas umas horas, realizaram.
A confissão posterior deles chocou um pouco alguns dos então presentes mas, como a curiosidade é a mãe de muitas coisas, refeitos do choque inicial, submetem os confessos a questionário intenso.
Certa noite, os Silva convidam oito casais. No final do convívio, conclui que unicamente três dos casais presentes ainda não tinham passado à prática.
O salão da sua casa é então rebaptizado com o nome de "o santuário". Era assim que a ele todos se referiam quando, de forma a não serem entendidos por quem os cercasse, pretendiam fazer abordagens sobre qualquer noite ou convívio. "Eram os piqueniques no santuário".

No decorrer do ano seguinte esse grupo contava já com bastantes casais e obviamente que o "santuário" tornava-se pequeno. Optam então por realizarem jantares pelos restaurantes do Alto Minho, mudando de restaurante a cada jantar e ficando este circuito conhecido entre eles pelo nome de "Circuito do Alto Minho". Este circuito fez-se durante alguns anos mas, atendendo às incompatibilidades das distâncias habitacionais dos casais, estes convívios foram-se centralizando unicamente em alguns restaurantes e discotecas.

Foi esse centralizar que originou o desmembramento gradual do grupo. Os seus encontros foram tornando-se aos poucos do conhecimento público e começavam a surgir rumores na boca do povo sobre os mesmos. Como muitos desses casais eram pessoas muito influentes da região e tais rumores colocavam quer os seus cargos, influências sociais ou ainda a sua harmonia familiar e privada em causa, vão-se afastando, optando por não comparecer nesses encontros.

O casal Torres e os Silva relembram essa altura com uma certa mágoa:"Todos nós éramos muito amigos e felizes. Sem excepção, todos nós tomávamos cuidados extremos de forma a não chocar os valores culturais e sociais implantados então na restante sociedade e ainda, de forma a preservarmos o nosso segredo, a nossa privacidade. Quando vimos o zé-povinho iniciar rumores pouco dignificantes para com os elementos destes casais, embora sem conseguirem apontar os nomes, logo aí verificamos que o desmembramento seria rápido. Assim, antes que o bom nome das pessoas envolvidas fosse colocado em causa, estes convívios foram deixando de fazer-se aos poucos. Mas não pensem que haviam só Srs. doutores e engenheiros ... riem... havia de tudo: médicos, engenheiros, advogados, comerciantes, industriais e até trolhas e pedreiros. Como vêem, nunca valorizamos a condição social da pessoa mas sim o seu carácter e honestidade".

No entanto aquilo que aparentava significar o fim, de facto não foi. O grupo tal, como era composto, desfez-se mas deu lugar ao surgimento de vários centralizados por focos habitacionais. No fundo, aquilo que se tinha passado não era mais que a subdivisão da unidade em várias células e, com o passar do tempo, estas não só iam aumentando em quantidade como também no número dos seus elementos. Pasmem-se... chegava a haver convívios entre células!!!... e dizemos "convívios", pois eram exactamente isso mesmo. Serviam para apresentações e o estreitar de possíveis relações de amizade. Havia uma organização, sem que ninguém cuidasse dela, também estruturada, que era praticamente inexpugnável, que não permitia a aproximação do então chamados "ratos" (os agora chamamos de penetras, espreitas, curiosos ou outra designação qualquer).

"Para terem uma ideia da quantidade de pessoas envolvidas nesta onda - dizem-nos ainda os Silva e os Torres rindo - um casal nosso amigo decidiu oficializar e legalizar a união que já mantinham há oito anos. Daí, convidam unicamente casais do seu novo circulo de amizades, isto é, swingers. Valeu o facto do copo de água ter sido pensado para uma propriedade de amigos comuns, pois nessa cerimónia estiveram presentes 134 casais".

Mas que procuravam estes casais no swing nessa altura? Numa época em que as mentalidades eram tão fechadas, em que existiam imensos complexos, preconceitos e tamanhos tabus, que procuravam todos estes casais?... Pelas palavras dos nossos anfitriões: Em síntese, procuravam aquilo que a todos falta e muito poucos têm coragem de assumir e admitir. "Sem excepção, todos têm fantasias eróticas e sexuais e a não concretização destas origina indivíduos frustados, infidelidade, famílias desfeitas, casais tristes e desajustados socialmente. Estas pessoas ou casais nunca saberão o que significa realização pessoal, gosto em conviver socialmente e a dimensão do prazer que pode ser retirado ao formar-se um casal".

Foi poucos anos antes do 25 de Abril de 1974, não se sabendo precisar quando, que estes grupos se estenderam para o sul do país. Os primeiros, tanto quanto se conseguiu apurar, surgem nas zonas do Estoril e Sintra e pelas mãos dum casal minhoto (ele era um conceituado engenheiro que por motivos profissionais vai viver para Cascais), e outro de Sintra, colega e amigo do primeiro, ambos descendentes dos convívios das células nortenhas.

Passados poucos anos após o 25 de Abril, a comunidade swinger no sul estava já muito desenvolvida, mais precisamente a Lisboeta, onde ficou muito conhecida no seio da comunidade swinger uma certa discoteca na Linha do Estoril, por sinal também frequentada pela classe média-alta, sem que no entanto nunca ninguém externo ao swing o soubesse. Era na altura o local de encontro dos swingers lisboetas e do sul.

Verdadeiramente e com a dimensão que hoje conhecemos, o desenvolvimento do swing português deu-se após a revolução de 1974, tendo como factor preponderante o deslocamento de certos profissionais liberais para sul, com destaque para as classe médica e de enfermagem, políticos, construtores civis, engenheiros e prestadores de serviços.
Apesar de terem sido casais oriundos do norte e destas categorias profissionais que fomentaram o swinging também a sul, há que salientar que, com o decorrer do tempo e causalidade da abertura das mentalidades provocadas pelo 25 de Abril, os swingers incorporam agora as mais variadas categorias profissionais e status sociais. Os seus elementos vão do simples trabalhadores por conta de outrém às mais elevadas carreiras profissionais, estimando-se que só cerca de 40% desta comunidade se sirva da Internet para estabelecer contactos entre eles.

Fonte: swplace.home.sapo.pt



publicado por MartaMario às 12:24
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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011
Jantar Convívio

6º JANTAR DO INTIMIDADES ENTRE CASAIS

04 de Fevereiro de 2011

Num Restaurante-Bar com estacionamento privado na zona de Odivelas.

30€ por casal com entradas, prato principal, café e sobremesa incluídas.

Bebidas de acompanhamento da refeição à descrição. Digestivos não incluídos.

O resto da noite é sem consumo obrigatório.

Reservas (só para casais): Amores2 e MartaMario.



publicado por MartaMario às 21:49
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